A dificuldade que as pessoas privadas de liberdade enfrentam para acessar políticas de saúde, inclusive no campo da saúde mental, contraria o princípio de universalidade do Sistema Único de Saúde (SUS). Mesmo com a aprovação da Lei da Reforma Psiquiátrica, em 2001, e de diversos outros instrumentos, a internação de pessoas inimputáveis em hospitais de custódia seguia uma realidade no país, daí a importância do desenvolvimento de uma política antimanicomial do poder judiciário.
Como atuamos
A ação fomenta a implantação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, promovendo o cuidado em liberdade e a desativação progressiva das unidades de caráter asilar seguindo a legislação em vigor no país. Envolve articulação interinstitucional para implementação e monitoramento da política em todo o país e para o fortalecimento da rede de atenção psicossocial, assim como criação de protocolos e realização de capacitações.
Impacto
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